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UM OLHAR DO SOBRE A FORMAÇÃO DAS CIDADES COLONIAIS DE MATO GROSSO

Autores

  • Lucia Helena Gaeta Aleixo

DOI:

https://doi.org/10.18312/connectionline.v31i31.2504

Resumo

Nos primeiros anos do século XVIII, a Capitania de Mato Grosso foi palco de inúmeras descobertas de ouro. A vida de seus habitantes foi marcada pela chegada contínua de levas de homens e mulheres que buscavam melhorar as condições para sua
existência. Vários elementos foram responsáveis pela formação de uma sociedade plural e diversa: a da Metrópole portuguesa. A insuficiência de recursos e de produtos forjou novas práticas e costumes diferentes daqueles existentes no Reino. Estes
colonos estavam desbravando os sertões nunca antes palmilhados. Assim, a organização social da Capitania de Mato Grosso foi grifada por uma estratificação social composta por brancos, negros, mulatos, livres e cativos. Bem assim, e por uma
nova camada social a ser conquistada: o indígena. A fundação inicial das cidades mato-grossenses tinha por objetivo proteger os domínios de Portugal na linha de fronteira com os espanhóis. A dificuldade em povoar a capitania obrigou a Coroa a
conceder benefícios e privilégios especiais aos sertanistas que se arriscavam em se fixar na Capitania. Isso incluía as nações indígenas que nela viviam. arraiais, vilas e cidades foram forjadas de modo a atender as demandas impostas pela geopolítica da
região.

Palavras-chave: Povoamento; Fronteira; Cidades.

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Publicado

10-07-2024

Versões

Como Citar

Aleixo, L. H. G. (2024). UM OLHAR DO SOBRE A FORMAÇÃO DAS CIDADES COLONIAIS DE MATO GROSSO. CONNECTION LINE - REVISTA ELETRÔNICA DO UNIVAG, 31(31). https://doi.org/10.18312/connectionline.v31i31.2504

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Seção

Artigos