Análise geoespacial e térmica das áreas de preservação permanente na mata do buraquinho
impactos ambientais e urbanos
DOI:
https://doi.org/10.18312/verncula.v3i11.3296Palavras-chave:
Microclima urbano, Geoprocessamento, ilhas de calorResumo
O presente estudo tem como objetivo realizar uma análise ambiental e térmica das Áreas de Preservação Permanente (APPs) da Mata do Buraquinho, localizada em João Pessoa, Paraíba, com foco na caracterização da vegetação nativa e sua influência no microclima urbano. A pesquisa utiliza imagens do satélite Landsat-8 (sensor OLI) e o Modelo Digital de Elevação (MDE) do TopoData, processados no software QGIS, permitindo a análise espacial e térmica da área. A Singularidade do estudo reside na integração de ferramentas geotecnológicas para investigar o papel das APPs urbanas na regulação climática e conservação da biodiversidade, um tema ainda pouco explorado no contexto das grandes cidades do Nordeste brasileiro. Os resultados indicam que as APPs da Mata do Buraquinho exercem papel fundamental na mitigação de ilhas de calor, contribuindo para a manutenção da umidade, temperatura mais amena e qualidade ambiental no entorno urbano, especialmente de áreas mais adensadas como é o caso de grandes centros urbanizados. A transformação da área em Jardim Botânico, conforme decreto estadual, reforça seu valor ecológico e científico. Teoricamente, o estudo contribui para o entendimento do papel das APPs urbanas como infraestrutura verde essencial ao planejamento urbano sustentável. Metodologicamente, demonstra o potencial do uso de sensoriamento remoto e SIG na avaliação de serviços ecossistêmicos urbanos. Social e ambientalmente, os achados reforçam a importância da preservação e valorização dessas áreas para o bem-estar das populações urbanas e para a formulação de políticas públicas mais sensíveis às questões ambientais locais.
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